As cores nas peles
do outono na terra com luz dourada, as lendas a nos encantarem cheias de letras
trocadas. Hoje novamente aprender a ser nas vogais e a voar nos cantos das
narrativas quebradas nos tempos múltiplos e circulares. Nunca mais serei de
lugar algum, de estante alguma.
Parada sinto um arremesso interno, por não entender a violência, continuo neste
estar sem estar num sentir cada vez mais contraditório de vozes a cantarem
palavras discordantes.
Como evitar tudo guardar? cada gesto, cada vogal, cada consoante?
Constança Lucas 2008
Constança M. L. de Almeida Lucas
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