EUCLIDES CAVACO


SEMPRE AMÁLIA



Após a morte de Amália,
Já um ano se passou,
Mas que não fez olvidar,
A dolência que ficou.

Malogrado seis de Outubro,
Em todo o mundo lembrado,
Com desmedida saudade,
Da nossa excelsa do fado.

Sua ditosa memória
É paixão que em nós perdura,
Num misto de nostalgia,
Sentimento e amargura.

O tempo nada apagou…
Amália é imortal !…
Será sempre além da morte,
Um símbolo de Portugal !…